No Brasil, o agronegócio foi o único segmento da economia brasileira que teve resultado positivo no PIB do primeiro trimestre. O valor gerado pelo campo foi de R$ 120 bilhões e, até o fim do ano, com safras recordes, as lavouras devem render R$ 697 bilhões. Assim a otimização de processos é o desafio constante para o setor.
Entretanto, um problema para a tecnologia embarcada era a falta de compatibilidade entre as diferentes marcas. Por exemplo: se um único trator tivesse três soluções de marcas diferentes, seria necessário fazer adequações distintas, o que torna mais complexo o processo. Assim surgiu o ISOBUS, um protocolo universal que padroniza a comunicação no campo entre tratores, implementos e dispositivos de diferentes fabricantes possibilitando maior otimização e automação dos processos agrícolas. Apesar da padronização da comunicação nos maquinários agrícolas ser a tendência do setor, ainda é muito custoso contar com tratores de última geração que já venham com esse sistema no Brasil.
Por isso a divisão de Agricultura da Hexagon, referência nos mercados sucroenergético, florestal e de grãos traz soluções embarcadas que permitam que todos se adaptem ao mercado. Um exemplo é o HxGN AgrOn ISOBUS Display, ferramenta da agricultura de precisão que garante a realização das atividades com eficiência, qualidade e de maneira mais visual ao operador, com uma única tela para acompanhar. O sistema conta com duas funcionalidades: Terminal Universal (UT), que permite que máquinas operem um implemento com qualquer terminal e trabalha com diferentes acessórios; e o Controlador de Tarefas (TC), que registra e fornece informações das operações. O HxGN AgrOn ISOBUS Display ainda é compatível com outros produtos da solução de Automação de Máquinas da plataforma HxGN AgrOn.
Para Fabio Neumann, Executivo de Contas Estratégicas da divisão de agricultura da Hexagon, o assunto começou a ganhar mais relevância no Brasil recentemente. “Acompanhamos esse movimento com as empresas que atendemos fora do país e que estão com esse processo avançado — como Austrália, África do Sul e Europa — e estamos notando esse crescimento no mercado interno brasileiro. Acredito que 20% dos equipamentos já tenham essa tecnologia acoplada aqui no país”, afirma.
Fonte: Assessoria de imprensa





