
De acordo com o Cepea (Cepea/Esalq/USP) e a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), a projeção da participação do agronegócio no PIB brasileiro é de 24,1% para 2023. E uma parte vital para o contínuo crescimento do setor é a logística, que envolve desde o planejamento da plantação e o armazenamento da colheita até a distribuição dos produtos finais.
Atuante no ramo logístico e com parte dos clientes voltados para o agronegócio, a Motz, uma transportadora digital que facilita e melhora a jornada dos caminhoneiros e dos embarcadores, listou a complexidade de safra, a ausência de desenvolvimento tecnológico no setor e a falta de segurança das cargas como os principais desafios logísticos para o segmento de agronegócio.
A complexidade de safra reflete na variação do valor na venda e entrega do produto, exigindo uma agilidade por parte do agricultor para evitar perdas com eventuais oscilações financeiras. Sobre a ausência de desenvolvimento tecnológico no setor, dados da Esalq/USP apontam que a falta de tecnologia no segmento agrícola pode resultar em uma perda de aproximadamente 100 bilhões de reais para o agronegócio. Já a falta de segurança das cargas é preocupante pois no agronegócio, a grande maioria das cargas não são rastreadas,
“Um investimento eficaz na logística garante a redução de custos, aumento de produtividade e maior satisfação do consumidor final”, afirma o CEO da Motz, André Pimenta.
Fonte: Assessoria de imprensa





