
Nos últimos anos, o Brasil tem avançado no tema economia circular, especialmente quando o segmento em questão é o agronegócio. Desde 2002, por meio do Sistema Campo Limpo, o país já retirou da natureza mais de 800 mil toneladas de embalagens de defensivos agrícolas pós uso, evitando a emissão de 1,05 milhão de toneladas de CO2 da atmosfera, fazendo com que a maior parte desse material fosse reciclado.
Por conta da legislação federal, o agricultor brasileiro é obrigado a devolver a embalagem vazia de defensivo agrícola (após o uso) a uma unidade de recebimento do Sistema Campo Limpo. Então, essa embalagem vazia é encaminhada a uma recicladora parceira do sistema. “Nas indústrias da Campo Limpo em Taubaté e Ribeirão Preto, realizamos o processo de reciclagem de embalagens vazias de defensivos agrícolas, utilizando a resina reciclada e transformando, com exclusividade, em uma nova embalagem”, conclui o presidente da Campo Limpo, Marcelo Okamura.
Idealizada pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV), a Campo Limpo é responsável pela gestão do programa de logística reversa, Sistema Campo Limpo, representando as indústrias fabricantes de defensivos agrícolas na destinação das embalagens utilizadas nas culturas de todo o país.
A modalidade representa uma mudança essencial no modo de produzir e consumir, priorizando a redução de resíduos, o reuso de materiais e a eficiência dos recursos naturais, é o que afirma Grazielle Parenti, Vice-Presidente de Sustentabilidade e Assuntos Corporativos da Syngenta e Head de Alianças da Cadeia de Valor Global do Syngenta Group. “Para a Syngenta, a parceria com uma empresa referência como a Campo Limpo nesse segmento estimula a inovação, posicionando a empresa e o Brasil como referência global na transição para modelos circulares e eficientes”, comenta.
Fonte: Juscelino Pereira Junior <juscelino.junior@alfapress.com.br>Assessoria de imprensa





