04/12/2025 | Feiras Eventos, Notícias

Incêndios rurais podem ser ameaça ao agronegócio

Redação Agrimotor

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Foto: Pixabay.

Dados apurados pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), apontam que os incêndios rurais já provocaram prejuízos bilionários ao agronegócio brasileiro. Somente durante três meses do último ano, as perdas somaram R$ 14,7 bilhões em todo o país, segundo. O destaque foi para o estado de São Paulo, que concentrou cerca de R$ 3 bilhões em danos, com mais de 240 mil hectares de cana-de-açúcar destruídos, além de estruturas e equipamentos agrícolas.

“O agronegócio brasileiro, responsável por quase 25% do PIB nacional (Relatório PIB do Agronegócio, 2024), depende cada vez mais de soluções tecnológicas para garantir produtividade e segurança em ambientes de alta demanda energética. Porém, esse avanço da mecanização exige uma infraestrutura cada vez mais robusta e inteligente”, diz o engenheiro eletricista Fábio Amaral, CEO da Engerey Painéis Elétricos.

Um exemplo foi um incêndio que atingiu um secador de soja em Ponta Grossa (PR) e exigiu quase cinco horas de combate às chamas, e a suspenção do funcionamento da empresa por dias. Isto  expôs uma fragilidade recorrente: muitos empreendimentos rurais ainda operam com sistemas elétricos ultrapassados, sem proteção adequada, monitoramento térmico ou sensores de falha “Percebemos um movimento crescente de busca e incorporação de tecnologias que priorizam, antes de tudo, a proteção e a segurança por parte de empresas e produtores rurais. Seja em ambientes novos ou em processos de reestruturação de capacidade, eles têm adotado soluções que aliam robustez, conectividade e previsibilidade”, conta Fábio Amaral.

A linha de painéis elétricos PrismaSet, desenvolvida pela Schneider Electric e montada no Brasil sob licença pela Engerey, é um exemplo desse movimento. Esses equipamentos vêm sendo amplamente utilizados em silos, sistemas de irrigação, cooperativas e unidades de beneficiamento de grãos.

Segundo dados técnicos da Schneider Electric, o PrismaSet P suporta até 4.000 A e correntes de curto-circuito de até 100 kA, enquanto o PrismaSet G é indicado para aplicações menores, de até 630 A. Ambos são modulares e seguem as normas internacionais IEC 61439-1 e 2, garantindo alto nível de segurança à vida e ao patrimônio, assim como durabilidade.

Fonte: Engenharia de Comunicação <imprensa@engenhariadecomunicacao.com.br>Assessoria de imprensa

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