
Embora o Brasil ainda não disponha de levantamentos consolidados sobre o custo das paradas não programadas na agroindústria, um estudo da Fluke Corporation realizado com indústrias do Reino Unido, dos Estados Unidos e da Alemanha, aponta que o custo médio global de uma hora de parada não planejada chega a 1,27 milhão de libras (cerca de 8,7 milhões de reais), enquanto, no Reino Unido e na Alemanha, esse valor alcança 1,36 milhão de libras por hora (R$ 9,3 milhões). Em operações de maior porte, um único incidente pode gerar perdas de até 49 milhões de libras (R$ 335 milhões).
Segundo o engenheiro eletricista Fábio Amaral, CEO da Engerey Painéis Elétricos, a crescente compreensão dos prejuízos associados às paradas não programadas tem acelerado uma transformação estrutural no agro brasileiro. Ele explica que equipamentos inteligentes, como painéis elétricos conectados de última geração para aplicações em baixa e média tensão, já permitem monitorar ativos em tempo real, identificar comportamentos anormais antes que evoluam para falhas e planejar intervenções de manutenção de forma antecipada.
“Ele possibilita uma maior visibilidade sobre a saúde dos componentes e respostas mais rápidas diante de qualquer anomalia. Em operações de armazenagem de grãos, por exemplo, onde sistemas de ventilação, secagem e movimentação precisam funcionar continuamente, a prevenção de falhas pode representar a diferença entre uma operação eficiente e prejuízos significativos”, explica Fábio Amaral.
É justamente essa proposta que sustenta a adoção crescente do painel de média tensão SM6 da Schneider Electric em ambientes industriais ligados ao agronegócio. A solução incorpora recursos digitais que permitem supervisão remota, coleta de dados e integração com plataformas de gestão. Além disso, os equipamentos atendem à certificação internacional IEC 62271-200.





