
O cenário discutido por especialistas no último dia da 33ª edição do Congresso Internacional da Indústria do Trigo, no Rio de Janeiro (RJ), foi a redução da produção brasileira de trigo e a maior dependência das importações como os principais desafios para o abastecimento nacional no fechamento de 2026 e ao longo de 2027. Promovido pela Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), a programação também debateu a importância da atuação regulatória de forma estratégica no setor.
No que se refere ao cenário externo, o diretor sênior de Originação e Trading de Trigo da Bunge Alimentos, Tito Marquetti Martinho estimou que o Brasil poderá importar entre 9,5 milhões e 10 milhões de toneladas de trigo no próximo ano.
Os participantes debateram como o acompanhamento das propostas e a participação em consultas públicas ajudam as empresas a se preparar para novas exigências e destacaram a importância de envolver a área regulatória desde as primeiras etapas dos projetos para permitir identificar oportunidades e antecipar possíveis entraves.
A programação do terceiro e último dia do evento também contou com o painel “O processo regulatório como resultado para as empresas”, que reuniu especialistas para discutir a importância da atuação regulatória nas decisões estratégicas das companhias. Mediado pelo conselheiro da Abitrigo e CEO do Grande Moinho Cearense, Carlos Augusto Neves da Rocha, o debate reuniu a gerente de Assuntos Regulatórios da M. Dias Branco, Bruna Mourão Mesquita, e a CEO da NutraLíder Consultoria Regulatória, Luiza Zanatta.





