Com o objetivo de tornar os processos do plantio à colheita mais eficientes, a Raízen, por intermédio do seu hub de inovação, o Pulse, fechou uma parceria com a startup ARPAC, especializada em serviços agrícolas, com a utilização de drones na pulverização de herbicidas capazes de combater plantas daninhas em canaviais, de forma estritamente localizada.
A ARPAC faz uso de inteligência artificial para identificar plantas daninhas e posteriormente, operar drones dedicados aos serviços aéreos de aplicação localizada de insumos agrícolas. A startup é especializada na operação das culturas brasileiras e foi convidada a participar do hub pelo reconhecimento da capacidade de escalonar suas operações tecnológicas dentro da Raízen
Após a realização de testes para validação da tecnologia, constatou-se que com a sua utilização houve uma economia operacional de 47% e de insumo de 82%. A previsão com a utilização em uma área maior é que a economia operacional fique em torno dos 30% e de insumos por volta de 60%. A expectativa da companhia é replicar a solução não apenas em áreas comerciais próprias, mas também estender o uso aos seus fornecedores de cana.
Iniciado no segundo semestre de 2019, o projeto piloto foi dividido em três etapas: na primeira, foi realizada a validação técnica da aplicação em uma área de 16,1 hectares da Raízen na região de Jaú (SP); na segunda, os testes passaram a ser trabalhados em uma área maior, em 200 hectares da companhia, com o objetivo de entender a aplicabilidade da tecnologia em uma escala comercial a fim de medir seu rendimento; já no primeiro semestre deste ano, o piloto chegou a última etapa, sendo utilizado em 2,3 mil hectares de canavial, o que foi possível afirmar sua validação quanto a eficiência, assertividade e redução de insumos. Para os próximos passos, a expectativa é testar a tecnologia em mais 32 mil hectares até o final da safra 2021.
Dentro desse ecossistema, o Pulse é o elo entre a startup e o time agrícola da Raízen. Com o apoio e direcionamento do hub, responsável por viabilizar a validação de projetos como da ARPAC dentro do modelo de atuação da companhia, sempre em linha com os protocolos requeridos pela empresa, neste caso, de pulverização de canaviais. “Saber que o Pulse foi responsável em promover essa conexão e pôde apoiar essa jornada da AgTech dentro da companhia nos motiva ainda mais em continuar a promover o fomento às novas tecnologias e a adoção de uma inovação aberta dentro da cultura da empresa”, garante Ricardo Campo, coordenador do Pulse.
Fonte: Assessoria de imprensa


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