26/11/2025 | Feiras Eventos, Notícias

Poder público e setor produtivo são fundamentais para ações do Sistema Campo Limpo

Redação Agrimotor

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Foto: divulgação

Desde o início de sua operação, em 2002, o Sistema Campo Limpo, uma referência mundial em logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas, já destinou de forma ambientalmente correta mais de 800 mil toneladas de embalagens vazias e sobras pós-consumo em todo o Brasil. Esse sucesso é resultado da responsabilidade compartilhada entre todos os elos da cadeia e da atuação coordenada entre o setor produtivo e o poder público, especialmente os órgãos ambientais, que exercem papel decisivo na consolidação do Sistema Campo Limpo e na fiscalização de todo processo.

Presente em todo o país, o Sistema conta com 411 unidades de recebimento, mais de 256 associações de revendas e cooperativas, e ações como os Recebimentos Itinerantes, que ampliam o alcance junto aos pequenos produtores. No total, mais de 2 milhões de propriedades rurais são impactadas. “O sucesso do Sistema Campo Limpo é resultado da cooperação entre os elos da cadeia agrícola. A parceria com os órgãos ambientais mostra que é possível unir eficiência operacional e responsabilidade ambiental, fortalecendo a confiança entre quem produz, quem fiscaliza e quem cuida do meio ambiente”, destaca Marcelo Okamura, diretor-presidente do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV), entidade gestora do Sistema e representante da indústria.

Com uma postura cada vez mais técnica e orientadora, os órgãos ambientais têm contribuído para o aprimoramento contínuo das operações de logística reversa em todo o país. A presença constante dos órgãos fiscalizadores nas centrais e postos de recebimento garante que todas as etapas da logística reversa sejam conduzidas com segurança e eficiência. Esse acompanhamento técnico é essencial para assegurar o cumprimento das normas ambientais e proteger a saúde pública.

“Os órgãos de fiscalização têm papel fundamental no Sistema Campo Limpo, sobretudo para a garantia de que toda essa cadeia de logística reversa de embalagens vazias de agrotóxicos funcione de forma segura, eficiente e em conformidade com a legislação ambiental. Em visita técnica recente à uma Central de Recebimento e indústria de transformação em Taubaté, pudemos conhecer de perto o programa que é, hoje, referência mundial. Isso com certeza tem a contribuição dos órgãos licenciadores e fiscalizadores, que acompanham e orientam cada etapa dessa ampla operação, verificando o controle e a rastreabilidade das embalagens, garantindo a segurança ambiental e de saúde pública das operações e, por consequência, a confiabilidade do Sistema”, afirma Carlos Anderson Pedreira, presidente da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema/SE).

Fonte: Nathalie Campoy <nathalie.campoy@lvba.com.br> Assessoria de imprensa

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