
Reunindo representantes da indústria, do setor produtivo, do mercado e da academia, foi iniciada a 2ª edição da FenaBio, dia 12, durante a Fenasucro & Agrocana, em Sertãozinho (SP). No primeiro dia, a conferência para discutiu as transformações da matriz energética e as oportunidades para a bioenergia. Segundo Paulo Montabone, diretor da Fenasucro & Agrocana, a FenaBio foi criada para ampliar esse debate e aproximar diferentes visões sobre o futuro da bioenergia.
Entre os mercados em expansão está o Combustível Sustentável de Aviação (SAF). Especialistas apontaram a disponibilidade de biomassa, a experiência brasileira com biocombustíveis e a diversidade de rotas tecnológicas como vantagens para o desenvolvimento dessa cadeia no país.
A ampliação da oferta de etanol também passou pela integração entre cana-de-açúcar e milho. Os participantes destacaram a complementaridade entre as duas matérias-primas, que permite estender a operação das usinas ao longo do ano e gerar ganhos de produtividade. No painel sobre geopolítica, especialistas avaliaram que a busca dos países por maior segurança energética abre oportunidades para o Brasil ampliar sua presença como fornecedor de biocombustíveis.
Os biocombustíveis também estiveram no centro do debate sobre o futuro da mobilidade. No painel “Híbridos-flex, EVs e o futuro da mobilidade sustentável”, representantes de montadoras apresentaram inovações e estratégias voltadas à descarbonização do transporte.





